Sites brasileiros que tratam de branquitude, racismo e relações raciais a sério. Organização, universidade e órgão público vêm primeiro, porque não vendem nada; o jornalismo vem depois, num grupo à parte, porque parte dele se sustenta com anúncio. Por último, as bases onde conferir qualquer dado por conta própria e o texto integral das leis citadas nos dez capítulos.
O site brasileiro dedicado especificamente a este tema: pesquisa, resenha, entrevista e acompanhamento do debate sobre branquitude. Se você só for abrir um link desta página, abra este.
Organização com décadas de atuação e um acervo enorme de texto sobre racismo, gênero e política racial. É o ponto de partida mais completo em português.
Pesquisa e formação sobre desigualdade racial no trabalho e na educação. Útil para quem quer mudar política dentro de uma instituição, não só entender o problema.
Entidade que reúne a pesquisa acadêmica brasileira sobre relações raciais, com revista própria. É onde a produção sobre branquitude circula antes de virar livro.
Pesquisa e formação política a partir da trajetória de Marielle Franco, com foco em mulheres negras e periféricas na política institucional.
Órgão federal de promoção da cultura afro-brasileira: legislação, certificação de comunidades quilombolas e acervo documental.
Acervo de arte, documento e memória da presença africana no Brasil. Serve para ver o que a história oficial deixou de fora.
Rede de cursinhos populares e atuação pelo acesso de pessoas negras e pobres ao ensino superior. Ajuda a entender cotas pela prática, não pela discussão de mesa.
Artigo acadêmico brasileiro em acesso aberto, sem anúncio e sem paywall. Buscar por branquitude ali devolve a pesquisa que sustenta este site.
A pesquisa de Lia Vainer Schucman na íntegra, no repositório da USP. É de onde vem a escala de brancos que dá nome aos tons deste site. Grátis, 7 MB.
Tese e dissertação brasileiras sobre branquitude, reunidas num só lugar: branquitude na formação de professores, no direito, na clínica psicológica, no mercado editorial, na arte. É a produção acadêmica que sustenta o assunto, e quase nada disso virou livro de livraria.
Jornalismo negro brasileiro, com pauta própria e cobertura que a imprensa tradicional não faz.
Coletivo de escrita de mulheres negras, com arquivo grande e gratuito de texto autoral.
Revista baiana de jornalismo sobre relações raciais, ações afirmativas e cultura negra.
Jornalismo de dados sobre gênero e raça. Bom quando você precisa de número com metodologia explicada.
Jornalismo investigativo sem fins lucrativos, com cobertura frequente de racismo institucional e violência de Estado.
Fonte primária de cor ou raça, renda, escolaridade e moradia. Quando alguém pedir dado, é daqui que ele sai.
Série histórica de homicídios com recorte racial. É o dado que sustenta a frase sobre quem morre no Brasil.
Anuário com letalidade policial, prisões e abordagem, abertos por raça.
Pesquisa sobre perfil racial e de gênero nas maiores empresas do país. Referência para discutir contratação e promoção com dado na mão.
Base internacional das viagens do tráfico transatlântico, com números por porto e por período. Em inglês.
Política pública em vigor, programa e legislação atual.
A lei que fez a terra devoluta só se obter por compra, no mesmo ano em que o tráfico foi proibido.
Liberta os nascidos dali em diante, sob tutela do senhor até a idade adulta.
Dois artigos. Nenhuma linha sobre terra, escola, trabalho ou indenização a quem foi escravizado.
Define os crimes de racismo no Brasil.
Torna obrigatório o ensino de história e cultura afro-brasileira. É a lei que você cobra na escola dos seus filhos.
O texto que combina escola pública, renda e raça — e que costuma ser discutido por quem nunca leu.